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Abandono e rejeição não começam no presente.
Eles costumam nascer quando, em algum momento da vida, a presença que deveria permanecer se foi — física ou emocionalmente.
Com o tempo, isso pode gerar:
- medo constante de ser deixado
- hipervigilância afetiva
- necessidade excessiva de agradar
- dor intensa diante de afastamentos
- sensação de não ser suficiente
Muitas vezes, o abandono não foi culpa sua.
Mas as marcas ficaram.
Aqui, nós cuidamos dessas marcas.
Tratamento 1 — 30 dias
Reconhecimento da ferida e acolhimento emocional
Este primeiro ciclo é sobre entender a origem da dor, sem julgamento.
Durante esses 30 dias, trabalhamos:
- identificação das experiências de abandono e rejeição
- diferenciação entre passado e presente
- acolhimento da criança emocional ferida
- redução da ansiedade ligada à perda
O objetivo não é apagar o que aconteceu.
É tirar o passado do controle do presente.
Você começa a perceber que nem todo afastamento é abandono.
E que nem toda ausência é rejeição.
Tratamento 2 — 60 dias
Reconstrução da segurança emocional
Com a base criada, avançamos para a reconstrução interna.
Neste segundo ciclo, o foco é:
- desenvolver segurança emocional independente do outro
- fortalecer o sentimento de pertencimento interno
- reduzir o medo de rejeição
- aprender a se vincular sem se antecipar à perda
A relação deixa de ser ameaça
e passa a ser possibilidade.
Você aprende a permanecer inteiro
mesmo quando o outro não está.
Um ponto importante
Você não precisa reviver dores antigas sozinho.
Nem provar força o tempo todo.
Este é um espaço seguro para reorganizar sentimentos,
ressignificar experiências
e construir novas formas de vínculo.
Se quiser conversar antes de decidir qualquer caminho,
use o botão de conversa no canto da tela.
Estamos aqui para ouvir.